Aventuras nos Reinos Esquecidos

Resumo - Sessão 1
Presentes: Bale, Draax, Irtak, Kael, Solomon

Kael, um lâmina maldita, chega a Baldur’s Gate pelo porto e logo percebe que a cidade está tumultuada. Os guardas, chamados punhos flamejantes, tentam controlar o fluxo de pessoas perguntando seus dados e cobrando uma taxa para a entrada. Kael se dirige a uma taverna, aluga um quarto e observa os cartazes de anúncios. Os que mais lhe chamam a atenção são os cartazes de procurado de um homem chamado de O Coruja e uma mulher chamada Keene Nove Dedos, e um cartaz oferecendo trabalho nos punhos flamejantes. Kael busca mais informações com Barargos, capitão da guarda. Ao ser testado em combate, Kael surpreende e se mostra promissor, mas ao ser questionado de sua vida pregressa em uma zona da verdade, ele desiste de se unir aos punhos flamejantes.
Enquanto isso, Solomon, um feiticeiro, estava em seus afazeres habituais quando é solicitado por Portyr, um importante nobre, para resolver um problema na cidade. O problema consiste em ajudar um homem no templo de Kelemvor, e Solomon decide ir verificar. Ao chegar ao templo, Solomon conhece Gavaror, alto sacertode de Kelemvor, que pede sua ajuda para montar um grupo que consiga resgatar um clérigo de Kelemvor perdido nas catacumbas. As catacumbas são milenares, com muitos corpos enterrados , então, o alto sacerdote acredita que podem ser alvo de necromantes. Solomon aceita a missão e decide falar novamente com Portyr para ajudá-lo a reunir um grupo.
Ao final da tarde, na estrada que leva a Baldur’s Gate, dois viajantes ingressam na cidade sem se conhecer: Draax, um meio-dragão, e Bale, um paladino de Kelemvor. Ambos veem que a cidade recebe uma grande quantidade de pessoas, refugiadas da praga mágica. Draax adentra a cidade em busca de uma taverna, mas no caminho se depara com Lavi, uma halfling. Lavi pede ajuda a Draax, mentindo que ladrões haviam roubado sua família. O meio-dragão acredita e a segue até uma taverna, onde três homens bebem em uma mesa. Os homens reconhecem Lavi, mas ela incita Draax a fazê-los devolver um colar. Os homens cautelosamente cercam o grande meio-dragão, mas fogem quando uma de suas armas é quebrada, deixando para trás o colar.
Bale anda até o templo de Kelemvor na cidade e encontra o alto sacerdote. O paladino acha estranho o comportamento de Gavaror com relação ao Deus da morte, mas não questiona sua fé. O sacerdote explica a Bale sobre os problemas nas catacumbas e avisa que Solomon está convocando um grupo, mas que não deve confiar no feiticeiro. Bale vai em busca de Solomon para se oferecer à busca e ajudá-lo a compor o grupo.
Irtak, um elfo druida de Selûne, caminha pela estrada quando escuta o som de uma carroça. O comportamento estranho do elfo chama atenção de Elazar, um mago de Candlekeep que se dirigia a Baldur’s Gate. Irtak desconfia do estranho e mente sobre seu propósito na cidade, mas logo percebe que o mago é bondoso e ingênuo. O druida aceita a carona na carroça e ajuda Elazar a guiá-la mais rápido. Irtak revela que também é um mago, mas desconversa ao ser perguntado onde havia aprendido magia.
Voltando à taverna, Kael encontra um homem chamado Darfel. Este homem se intitula matador de dragões e diz estar interessado em caçar um meio-dragão vermelho que teria aparecido na cidade para vender sua pele, sangue e órgãos. Kael duvida da índole do matador de dragões, mas sabendo que dragões cromáticos são geralmente malignos, resolve procurar a criatura para investigar.
Longe dali, Portyr discute com Solomon seus reais interesses em ajudar o templo de Kelemvor: ele deseja uma espada muito valiosa que está nas catacumbas e, se Solomon a roubasse, estaria disposto a recuperar os negócios da família do feiticeiro. Solomon aceita antes de poder ser interrompido por Bale, que chega para se apresentar. Bale e Solomon combinam com Portyr em espalhar cartazes na cidade para juntar candidatos ao grupo de busca. Portyr oferece até 10000 peças de ouro para que a missão seja cumprida e fica estabelecido que, na manhã seguinte, os candidatos se apresentariam no templo de Kelemvor. Bale e Solomon retornam ao templo para falar com o alto sacerdote.
Após ajudar Lavi, Draax se sente orgulhoso e decide continuar em sua tentativa de se tornar um aventureiro. Porém, a halfling o convence de que ela ainda está em perigo e o meio-dragão a leva consigo até uma taverna. Enquanto Draax olha os anúncios em busca de uma aventura, Lavi encomenda o melhor quarto disponível. A princípio, o meio-dragão reluta em pagar pela extravagância, mas a lábia de Lavi o convence. A cena é presenciada por Kael, que não teve dificuldade em encontrar o meio-dragão vermelho, mesmo em uma Baldur’s Gate lotada. Convencido de que Draax não é perigoso, Kael decide alertá-lo de que ele seria caçado na cidade. Draax interpreta aquilo como uma ameaça e se levanta para empurrar o homem, mas algo no olhar dele o faz hesitar. Kael reitera seu aviso e deixa a taverna.
Irtak e Elazar chegam em Baldur’s Gate e são recepcionados pelos guardas. O mago apresenta uma carta, dizendo que ele é requisitado pela escola de magia da cidade. Irtak decide revelar a Elazar o motivo que o trouxe a Baldur’s Gate: ele estaria em busca de um culto de Malar, a deusa maligna da caça. Para surpresa do druida, descobre que Malar possui um templo na cidade e é permitida, embora não se tenha notícias de atrocidades cometidas em seus cultos. O elfo percebe que não iria conseguir encontrar um culto secreto em uma cidade tão grande sozinho, e pede a Elazar um local para dormir. Os dois se dirigem até os alojamentos do mago.
Bale e Solomon conversam com Gavaror sobre os possíveis candidatos ao grupo de busca. Solomon questiona a existência uma entrada alternativa às catacumbas e disfarça uma busca pelo templo para tentar espionar o alto sacerdote. Gavaror chama Bale para uma conversa particular, mas percebe um corvo, familiar do feiticeiro, à espreita e espanta a criatura. Ele explica ao paladino que o grupo que entraria nas catacumbas, poderia tentar roubar os tesouros que existiam lá dentro, e que Bale não deveria permitir que os pertences dos mortos fossem levados. O alto sacerdote revela a Bale que, apesar de ser escolhido pelo deus da morte como alto sacerdote, ele não é um clérigo.

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Resumo - Sessão 2
Presentes: Bale, Draax, Irtak, Kael, Solomon

Irtak e Elazar chegam à escola de magia de Baldur’s Gate. Elazar oferece lugar em seus aposentos, em uma torre de três andares, e o druida aceita. O mago então aconselha o elfo a procurar a ajuda dos punhos flamejantes para encontrar o culto de Malar. Irtak se dirige até o quartel dos punhos flamejantes e conta aos guardas que há um culto maligno de Malar na cidade. Os guardas não acreditam, mas aceitam avisar o druida se algo estranho acontecer. Ao retornar à torre, Irtak encontra sua besta de Malar – criatura que o havia ajudado e o seguiu até a cidade – brincando com Elazar.
No templo de Kelemvor, Bale conversa com os clérigos que se dispuseram a entrar nas catacumbas em busca de Oneah, o clérigo perdido. Estes falam que Gavaror não deseja que eles façam parte do grupo. O paladino diz a Gavaror que poderá precisar da ajuda dos clérigos, dependendo de quantos aventureiros se apresentarem no dia seguinte.
Kael retorna à taverna e diz para Darfel que não irá participar da caça ao meio-dragão. Depois, o lâmina maldita resolve se hospedar na mesma taverna de Draax. No caminho, porém, uma mulher chamada Liassa pede sua ajuda, pois homens estariam atacando uma casa. Kael aceita ajudar e, chegando ao local, se depara com regiões de escuridão mágica e três homens fazendo guarda na rua. Kael enfrenta os homens e, com a ajuda dos poderes de cura de Liassa, os derrota. Após o combate, um homem com o símbolo de Cyric aparece, imobiliza Kael com uma magia, cega Liassa com outra e sai do local. Quando o efeito da imobilização cessa, Kael leva Liassa até os punhos flamejantes, onde eles relatam o ocorrido e após, ajuda a cega curandeira a chegar em casa.
Solomon conversa com Taryel sobre sua missão do dia seguinte e revela que, apesar de ter se prontificado a recuperar a espada para Portyr, não é um ladrão e, dependendo da situação, não traria a arma das catacumbas.
Draax tenta questionar Lavi sobre o colar, mas a halfling se evade das perguntas até uma confusão no andar inferior da taverna chamar a atenção do meio-dragão. A confusão sobe as escadas e bate a sua porta, se revelando ser Kael. Draax se recusa a falar com o lâmina maldita, mas um guarda, para evitar a confusão, decide abrir a porta. Kael mostra a Draax dois cartazes: um deles mostra que o colar de Lavi está sendo procurado, o outro, pede a ajuda de aventureiros no templo de Kelemvor. Lavi desaparece sorrateiramente durante a conversa. Kael e Draax decidem ir ao templo juntos no dia seguinte para oferecerem seus serviços.
Durante a noite, Irtak tem pesadelos como o habitual, mas ele também sonha com um túmulo aberto e com o templo de Kelemvor. Na manhã seguinte, o elfo decide ir até o templo e observar o túmulo, levando a besta de Malar consigo.
Bale e Gavaror esperam os recrutas na frente do templo. Os clérigos Lasga, Adrianne e Ulisses oferecem sua ajuda. Solomon logo se junta a eles. Irtak aparece, embora sem saber da missão de resgate. O druida pergunta pelo túmulo, chamando a atenção de Gavaror. O Alto sacerdote pergunta como ele conhece o túmulo e Irtak acaba revelando que o viu em um sonho. Como o túmulo se encontra dentro das catacumbas, o druida se oferece a entrar para o grupo de busca. Logo, Kael e Draax aparecem para completar o grupo. Bale tenta sentir se algum dos participantes do grupo é maligno e, para sua surpresa, Lasga e Kael se revelam malignos.
Irtak percebe a magia feita pelo paladino, mas mantém a informação. Gavaror chama Bale para explicar que seus poderes podem lhe enganar, que nem sempre a maldade é o inimigo, o inimigo real é o caos. Mesmo assim, Bale decide pedir a Lasga para que fique guardando a porta de entrada da tumba e não entre com o grupo. Gavaror entrega um escudo mágico a Bale para ajudá-lo na busca.
Draax garante a Irtak que, apesar de ser um meio-dragão vermelho, ele não é maligno. Kael confirma a informação.
A porta da catacumba só pode ser aberta por um servo de Kelemvor e Bale pede para que Lasga o faça. O clérigo maligno consegue abrir a porta, e o grupo adentra a escuridão das masmorras. Ao entrar no local, todos sentem um terrível sentimento de que estão em um local maligno. Irtak e Solomon reconhecem que a área está profanada.
Em determinada parte do percurso, o grupo ouve a porta de entrada se fechando e se depara com uma escuridão mágica, semelhante à que Kael havia encontrado na cidade. Os clérigos de Kelemvor conseguem dissipá-la, apenas para revelar um grupo de mortos-vivos: esqueletos, zumbis e lívidos atacam o grupo.

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Resumo - Sessão 3
Presentes: Bale, Draax, Irtak, Kael, Solomon

Após se esforçar para derrotar o grupo de mortos-vivos, o grupo percebe que os sons emitidos pelas criaturas ecoam por toda a tumba, e que terão que se utilizar de tática e lutar juntos para saírem vivos da tumba.
Solomon e Irtak percebem que alguns dos mortos vivos encontrados são muito poderosos para terem aparecido apenas através de alguma energia maligna que tenha invadido as catacumbas: aqueles mortos vivos precisariam ter sido criados por necromantes.
Derrotando alguns mortos-vivos, Draax percebe um machado muito bem elaborado, diferente das outras armas gastas empunhadas pelas criaturas. Ele resolve utilizar a arma para ajudar e promete devolve-la após cumprir a missão.
Lutando juntos, os mercenários derrotam mais grupos de mortos-vivos e encontram uma sala infestada com as criaturas. Ao longe na sala, eles vêem um homem sentado ao lado de uma trêmula vela na escuridão, rezando. A luz que emana da vela afasta magicamente as criaturas, mas o homem não tem condições de lutar para sair de lá. Os clérigos de Kelemvor reconhecem Oneah, mas Irtak e Solomon reconhecem uma das criaturas: Um morto vivo enorme, chamado de entumbador, que teria o poder de fazer pessoas serem sugadas pelo chão. Eles também vêem um altar que se destaca da arquitetura do local, que possivelmente esteja profanando a área. A batalha começa. Derrotando o entumbador, Draax, Bale e a besta de Malar de Irtak começam a serem puxadas para a terra, mas o grupo consegue salvar os afligidos, puxando-os de volta.
Oneah usa seus poderes para restaurar o grupo de seus ferimentos. Contando com o fim da missão, Solomon sugere que todos deixem o lugar, mas Oneah resolve acabar de vez com todas as criaturas e oferece mais recompensas para aqueles que o ajudarem. Todos aceitam a proposta e adentram em outra galeria das catacumbas.
O grupo enfrenta um grupo de mortos-vivos campeões, inclusive um mago que manteve seus poderes após a morte. Todas estas criaturas mantinham seus pertences mágicos. Solomon resolve detectar a magia presente nos objetos e mente ao grupo que os objetos estariam amaldiçoados. Oneah concorda que não seria seguro utilizar os itens, mas, mesmo assim, Solomon pega o cajado do mago e Kael veste seus anéis e um amuleto. Em um baú, eles encontram um grimório de mago que interessa Irtak, mas Oneah não permite que ele seja levado dali.
Chegando em outra galeria, o grupo se depara com criaturas aberrantes comedoras de carniça, que diferentemente dos mortos-vivos não poderiam ter sido criadas ali. Após derrotar as criaturas, o grupo percebe que as catacumbas haviam sido escavadas e talvez exista outra maneira de entrar ali.

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Resumo - Sessão 4
Presentes: Bale, Draax, Irtak, Kael

Draax caminha lentamente pela escuridão. Seus olhos lentamente se acostumam à maneira diferente de enxergar as coisas, baseadas em seu calor. Sua linhagem dracônica o permite ver na escuridão e, por isso, ele foi escolhido para averiguar a passagem escavada na catacumba sem chamar a atenção. O meio-dragão reconhece manchas de sangue no chão escavado e não encontra obstáculos pelo caminho além de um degrau com menos de 3 metros de altura. Porém, ao chegar em uma bifurcação, ele avista uma figura humanóide que começa a se aproximar lentamente. Draax tenta se comunicar, mas como não há resposta, ele resolve voltar e avisar o resto do grupo.
Enquanto isso, Irtak percebe que as criaturas, chamadas rastejantes carniceiros, que eles acabaram de derrotar não seriam efetivas contra os mortos-vivos cujos corpos estavam na mesma sala. Ao examinar os corpos, o druida percebe que foram ferimentos de armas que os destruíram. Ele, então, tenta sentir magia na área e percebe que as proteções mágicas na parede do túnel haviam sido desfeitas. Quando Irtak divide a informação com o grupo, Oneah revela que os mortos-vivos não estavam lá quando ele entrou na catacumba, mas os altares que profanavam a área estavam postos e foi feita uma emboscada para ele. O clérigo Lasga havia feito a ronda anterior há algumas semanas, sem encontrar nada anormal. A grande quantidade de mortos-vivos encontrada sugeririam que apenas um servo de Cyric não poderia ter feito todo o trabalho sozinho em tão pouco tempo.
Draax retorna e pede ajuda para verificar o túnel. Os clérigos de Kelemvor permanecem na sala descansando enquanto Bale, Kael, Draax e Irtak descem o túnel, desta vez com luz. Ao chegar à bifurcação, eles avistam um cubo gelatinoso com o cadáver de um anão em seu centro. Bale e Draax tentam atacar a criatura com suas armas cortantes, mas estas não geram efeito na criatura. Kael consegue feri-la com seu mangual, mas o choque com a criatura danifica a arma. O grupo decide recuar para preservar seu equipamento e explorar o resto das catacumbas antes de voltar aos túneis.
Verificando a próxima sala, o grupo se depara com mais corpos de mortos-vivos, derrotados por construtos, armaduras anãs animadas, que aparentemente protegiam o local. Oneah desconhecia as proteções daquela sala, mas os construtos se mostram indiferentes à presença deles. Ao fundo da sala, mais um altar é avistado e Bale se dirige para destruí-lo. Kael teme que os construtos os ataquem ao tentar cruzar a sala, mas isto não acontece. No caminho, Irtak percebe uma parede diferenciada, que poderia indicar a presença de uma porta secreta. Oneah também desconhecia a porta, mas recomenda que ela permaneça fechada. Chegando ao altar, Bale percebe que o símbolo inscrito não é de Cyric como o primeiro, mas de Beshaba, deus do azar. Destruindo o altar, o grupo segue em direção à capela de Kelemvor nas catacumbas.
Ao entrar na grande câmara antes da capela, todos vêem um pequeno exército de mortos-vivos, mas o que mais chama a atenção são os inimigos vivos na câmara. Protegendo a porta da capela, há uma mulher com várias cicatrizes e olhar sedento de sangue portando uma alabarda e um anão armadurado de olhar centrado, portando um martelo. Em um mesanino superior ao fundo da câmara, ficam a postos um homem com robes e um grande símbolo de Cyric com dois entumbadores a seu lado, um homem encapuzado, um mercenário portando uma espada e uma adaga, e outro anão que aparenta ser um guerreiro formidável.
Bale e Irtak notam que o guerreiro anão parece estar sendo controlado por magia e o homem com símbolo de Cyric parece estar com medo. Bale tenta intimidá-lo, mas isto faz com que a batalha comece. O grande grupo de mortos vivos se aproxima para atacar o grupo, mas Oneah utiliza a vela mágica para destruir grande parte deles. Adrianne consegue usar os poderes de Kelemvor para destruir mais alguns mortos-vivos menores e Draax corre para destruir os poucos restantes. O mercenário inimigo provoca Kael, e eles entram em um combate particular. Vendo uma abertura, a mulher furiosa investe em Ulisses e com uma força descomunal golpeia o clérigo. Adrianne abandona a batalha para tentar ajudar o companheiro enquanto Irtak, a besta de Malar e Bale contém a bárbara. O homem de robes atiça os entumbadores em Draax e conjura um raio negro que tira as forças do meio-dragão. O homem encapuzado apenas assiste a batalha e se prepara para sair da câmara, levando o anão escravizado. Bale corre para ajudar Draax com os entumbadores enquanto Irtak e sua besta derrubam a mulher sanguinária. Kael desarma seu oponente e, percebendo que o grupo precisa de sua ajuda, deixa ele fugir. O lâmina maldita reconhece o homem encapuzado: o mesmo que o havia paralisado e cegado Liassa na noite anterior. Ao deixar a cãmara, o encapuzado cria uma muralha de pedra separando Adrianne do resto do grupo e ela é seqüestrada. A batalha com os entumbadores e o servo de Cyric se mostra difícil: Kael e Draax caem perante os mortos-vivos mas, quando tudo parecia perdido, Bale consegue derrotar as criaturas e Oneah, o mago. Irtak verifica que Ulisses está morto, mas Kael e Draax apenas desacordados. Ao levantar, Kael pega o servo de Cyric para obter informações dele. Irtak vê que a bárbara ainda resiste aos seus ferimentos mas hesita em curá-la, só o fazendo a pedido de Oneah. Depois de tratar dos feridos, o druida vê o mesmo túmulo que havia visto em seu sonho e, estranhamente, aquele túmulo pareceu nunca ter sido ocupado. Acima do túmulo, há um nome: Ressyl Imastiach.
Entrando na capela, o grupo se depara com o último altar. Este apresenta um símbolo de Cyric, mas Bale e Irtak percebem que o símbolo é feito de maneira errada, propositalmente. Eles chegam à conclusão que o verdadeiro culpado seria servo de outro deus. Após a destruição do último altar, Gavaror, Lasga e outros dois servos de Kelemvor conseguem se encontrar com o grupo. Ao saber da confusão nas catacumbas, Gavaror pede que os mercenários se retirem para que elas possam ser limpas. Kael, Irtak, Draax e Solomon devolvem os objetos encontrados nos mortos e se retiram para o templo de selûne, onde eles poderiam ser curados de seus ferimentos. Irtak aponta ao alto sacerdote que o túmulo que ele procurava estava desocupado. Lasga provoca Bale dizendo que Ulisses não teria morrido se o paladino não o tivesse barrado da missão.
Ao observar os itens que lhe foram devolvidos, Gavaror percebe a espada do rei, chamada justiça, um artefato muito poderoso. O alto sacerdote diz a Bale que eles teriam que utilizar todos os recursos disponíveis para encontrar os profanadores das catacumbas e pede a Bale que mantenha contato com os mercenários e ofereça alguns itens de recompensa se eles ajudarem em missões futuras.
A caminho do templo de selûne, Irtak resolve pedir ajuda a Draax e Kael em sua missão pessoal, mas é interrompido por Bale, que leva a proposta de Gavaror ao grupo.

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Resumo - Sessão 5
Presentes: Draax, Irtak, Kael, Reznor, Solomon

Kael aceita a proposta de Bale apenas com uma condição: que ele possa fazer o que quiser com o estranho. Bale concorda com estes termos, assim como os demais sem nenhuma outra condição. O paladino de Kelemvor retorna ao templo com Justiça, a espada, enquanto o grupo se dirige para o templo de Selûne para se recuperarem dos ferimentos.
Os quatro se dirigem até o templo de Selûne e notam que estão chamando atenção dos citadinos e da milicia da cidade. Feridos e com manchas de sangue pelo corpo e armadura, sendo este sangue seu ou não, eles percebem que terão problemas pelo caminho até o templo.
Sem muita demora, os punhos flamejantes abordam o grupo. A movimentação da guarda da cidade demonstra o receio a lidar com o grupo e os cerca de forma defensiva, com armas em guarda. É contado em parte aos guardas o acontecido no templo de Kelemvor. Desconfiado, o sargento decide escolta-los até o templo de Selûne enquanto outros dois guardas vão averiguar a veracidade do conto.
Reznor, o coruja, vigilante de Baldur’s Gate, têm ouvido estranhas notícias sobre um meio-dragão que teria chegado na cidade e sobre alguns problemas que teriam acontecido no templo de Kelemvor e decide investigar os fatos. Ao saber de uma estranha movimentação de guardas próximo ao templo de Selûne com o meio-dragão envolvido, o vigilante decide ir até lá para vigiar o grupo.
Ulfilas, um bárbaro, chega a Baldur’s Gate pelo portão principal. Como de costume, os guardas cobram uma taxa para permitir seu ingresso na cidade, já cheia de refugiados. Sem estar habituado a carregar dinheiro, o bárbaro tenta, sem sucesso, negociar com o guarda até que Lavi, a halfling, se oferece para pagar por sua entrada se ele puder a ajudar. O grande bárbaro aceita e a halfling o leva para encontrar Draax, pois logo ela precisaria de dois guarda-costas.
Diferente do templo de Kelemvor, que lembraria uma cripta qualquer, o templo de Selûne é grande, com torres altas e abertas para o luar e bastante ornamentado. No templo, o grupo é atendido pela sacerdotisa Amanda, que já os aguardava. Ela os conduz até uma sala no terceiro andar, a qual havia sido previamente preparada para eles. Lá, eles descansam, se curam e se lavam.
Portyr entra na sala com um homem a sua sombra, ambos muito bem vestidos e desarmados. Os guardas do senador ficam na sala anterior junto a porta. Portyr inicia a conversa apresentando seu companheiro, o senador Golvor. A seguir, ele os parabeniza pelo sucesso da missãoe os questiona sobre os homens encontrados nas catacumbas. Percebendo que Solomon não deseja contar a verdade ao senador, Irtak mente que o chefe do grupo havia sido capturado. Embora saiba que os custos podem ter sido altos, o senador acredita que o ocorrido pode levar o sumo-sacerdote de Kelemvor a mudar sua posição sobre os equipamentos dos mortos. Kael demonstra sua impaciência com a conversa política. Solomon diz ao senador que precisa de uma conversa a sós com o senador e este confirma. O senador chama seus guardas, que distribuem a recompensa entre os três mercenários, agradece a atenção do grupo e se retira juntamente com Golvor.
A sacerdotisa de Sêlune, Amanda, volta a sala visivelmente perturbada com a presença política e sua guarda em seu templo. Consternada, ela apenas agradece ao grupo por ajudarem Gavaror e dispõe os serviços do templo caso precisem novamente serem curados. Ele parece ter muito mais a dizer, mas a preocupação com a situação a mantem quieta. Quando Kael deduz e pergunta o motivo de ela não gostar de Portyr, ela comenta que essa é uma conversa para um outro momento. Kael demonstra indiferença e se retira, carregando sua recompensa e a de Draax para o templo de Kelemvor. Solomon segue em direção a carruagem de Portyr ainda parada em frente ao templo, enquanto Draax caminha com Lavi para o centro da cidade, a pedido da halfling. Irtak pede a Amanda se pode ir contemplar as estrelas nas altas torres do templo e orar para sua deusa e ela, com um sorriso, diz que sim.
A carruagem de Portyr estava na porta do templo aguardando Solomon. Este entra e se junta ao senador. Portyr mais uma vez parabeniza o feiticeiro pelo seu desempenho, embora não tenha conseguido a espada que ele havia pedido, o desfecho da situação foi favorável ao senador. Por isso, ele vai cumprir com o acordo e restaurar a joalheria da família. O senador ainda conta ao feiticeiro que Doreng já ficou sabendo do ocorrido e dos planos de Gavaror e como herdeiro dos anões enterrados nas catacumbas, exige o que é seu por direito, os artefatos de sua família. O senador dá a entender que Gavaror vai querer usa-los e não devolve-los. E que nesta discussão ele pode acabar ficando com a espada do rei Minos. Logo chegam ao seu destino e Portyr deixa Solomon.
Contemplando as estrelas, Irtak ouve um sutil passo atrás de si. Ao se virar, vê um homem com o rosto pintado e coberto, que se apresenta como “o coruja”. O homem pergunta a Irtak sobre o ocorrido nas catacumbas e o envolvimento do senador Portyr no caso. O vigilante alerta o druida que Portyr deseja a espada, Justiça. O coruja também fala sobre o colar de Lavi, que teria sido roubado pela famosa “Nove Dedos”, e que Draax estaria se envolvendo com pessoas perigosas. Irtak também fica sabendo, através do vigilante, que estão acontecendo seqüestros e assassinatos estranhos na cidade. Após a conversa, Reznor se dirige até o templo de Kelemvor e Irtak, percebendo a direção que este foi, vai até lá também.
Kael chega ao templo de Kelemvor e pede alojamentos para a noite. O sacerdote que o atende também fala que os prisioneiros, o mago de Cyric e a bárbara, estariam nas masmorras, tendo sido questionados por Lasga. O alojamento do templo se localiza na parte de fora, atravessando o cemitério. Atrás de uma lápide, Reznor observa Kael sem ser visto. O lâmina maldita deixa suas coisas nos alojamentos e se dirige novamente ao templo, pensando em interrogar os prisioneiros. No caminho, Irtak o encontra e pergunta por Draax, pois ele estaria em perigo. Ambos sabiam que ele havia saído com Lavi, mas nenhum sabia onde ele estava. Irtak vê o coruja e entrega sua posição a Kael. Os três conversam, e Reznor decide ajudá-los a encontrar Draax, já que isto se mostraria uma oportunidade de saber mais sobre Nove Dedos. O vigilante se dirige até a cidade tentar encontrar o meio-dragão, enquanto Kael e Irtak esperariam informações no templo de Kelemvor.
Solomon visita Taryel e conta sobre a reforma da joalheria. O feiticeiro revela que ainda deseja investigar a morte de sua esposa, mesmo tanto tempo depois de não haverem mais pistas, pois tudo o que estaria acontecendo na cidade poderia ter alguma ligação com o ocorrido. Taryel o aconselha a largar o ressentimento e seguir a vida em frente, mas Solomon não se deixa dissuadir, e se dirige até o templo de Kelemvor.
No centro da cidade, Lavi é avisada de um encontro fora da cidade com Keene “Nove Dedos”, onde elas poderiam negociar o colar. Draax e Ulfilas percebem que aquilo pode ser perigoso, mas a lábia da halfling e a magia do colar fazem com que eles a sigam.
Longe dali, Reznor fica sabendo que fora da cidade é o local onde Keene poderia armar uma emboscada para reaver o colar. Não haveria tempo suficiente para avisar Irtak e Kael, então o vigilante corre para fora da cidade, no local onde aconteceria o encontro de Lavi.
Kael e Irtak vão até as masmorras e encontram Lasga. O clérigo diz que já interrogou os prisioneiros, mas entrega a chave a Kael, sem se importar com o que o lâmina maldita pretenderia. Kael faz as perguntas ao mago de Cyric, chamado Huathon, enquanto quebra sua perna. Irtak não se sente confortável com a tortura, mas assiste para verificar se o mago não esconde informações. Eles descobrem que o homem encapuzado é chamado de Estranho, que ele estaria controlando a mente do anão que fugiu com ele das catacumbas. A bárbara, Saziadta, o outro anão, Eberk e o homem, Naxus, seriam apenas mercenários que não sabiam dos planos. Huathon acreditava que o plano era destruir as catacumbas de Kelemvor e revela que os mercenários também possuíam ordens de não roubar os itens dos mortos. Por fim, Kael ouve que uma das passagens escavadas nas catacumbas levava ao cais da cidade e que Naxus poderia ser encontrado em uma taverna no centro da cidade.
Solomon chega ao templo de Kelemvor e encontra Irtak e Kael. O lâmina maldita decide ir atrás de Naxus para obter mais informações. O druida e o feiticeiro o seguem. Chegando à taverna, Kael se dirige diretamente a Naxus, gerando um clima de tensão. Naxus finge não lembrar de Kael para provocá-lo e o lâmina maldita resolve quebrar a perna de sua cadeira para intimida-lo. Em um movimento rápido, Naxus saca suas armas e desfere quatro golpes em Kael, o deixando debilitado. O mercenário então revela que apenas havia sido pago para entrar nas catacumbas e que não sabia o que o Estranho queria lá. Kael oferece a Naxus para trabalhar com eles, em troca de alguns equipamentos das catacumbas. O mercenário diz que o acordo poderia ser feito.
Draax, Ulfilas e Lavi andam até o ponto de encontro. O meio-dragão e o bárbaro ficam atentos, temendo um ataque a qualquer momento, mas a halfling parece confiar em Keene. Perto do local combinado, os três ouvem latidos e barulhos nos matagais próximos. Ao se virar para observar melhor, Draax é atingido no ombro por uma grande flecha desferida por Darfel, o caçador de dragões. Ao longe eles vêem três mastins das sobras, correndo em sua direção. Lavi se esconde, enquanto Draax e Ulfilas se preparam para lutar.

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Resumo - Sessão 6
Presentes: Bale, Draax, Irtak, Kael, Reznor, Solomon

Bale recebe de Gavaror os itens que serão utilizados pelos aventureiros durante a missão:
Para Kael, o machado chamado Rasga-Ossos; para Draax, o anel chamado Protetor do Reino; para Solomon, o robe e o cajado, chamados Esplendor e Observador de Baldur’s Gate; para Irtak, o amuleto chamado Coração das Estrelas e para o próprio paladino, o anel Ataque do Rei e a espada, Justiça.
O sumo-sacerdote diz ao paladino para que mantenha a espada consigo, para que ela não caia nas mãos erradas. A pedido de Gavaror, Bale vai até o templo de Cyric na cidade para investigar o envolvimento de Earnin, sumo-sacerdote do Deus das mentiras. O templo de Cyric poderia ser confundido com uma casa comum, e seus freqüentadores não admitem abertamente sua crença já que se trata de um Deus maligno. Ao entrar na casa, o paladino encontra o templo abandonado, mas encontra livros de rituais e, inclusive, uma escritura mágica de invocação dos entumbadores. Bale decide chamar o grupo para continuar investigando, se dirigindo ao templo de Selûne.
Reznor corre em direção à saída da cidade através de becos e atalhos para não chamar a atenção na cidade, mas passando pela área dos templos, vê um homem armadurado e à cavalo perguntando por um meio-dragão. Reznor chama a atenção de Bale e o avisa que Draax está em perigo. O vigilante e o paladino cavalgam para fora da cidade.
Draax e Ulfilas lutam com os mastins das sombras para proteger Lavi, mas Darfel se mostra um formidável arqueiro e fere gravemente o meio-dragão. No meio da batalha, Bale e Reznor chegam, o paladino consegue curar Draax, enquanto o vigilante e o bárbaro derrotam os cães. Darfel foge e Draax é levado até o templo de Selûne.
Irtak e Solomon acompanham Kael até o templo de Selûne para tratar dos ferimentos deste. Amanda cura Kael e lhe entrega poções de cura para ser utilizadas em batalha. O lâmina maldita guarda uma e deixa as restantes aos cuidados de Irtak. Bale, Reznor, Draax e Ulfilas chegam ao templo e o grupo é reunido. Bale entrega os equipamentos aos companheiros, exceto “Rasga-Ossos”, que é entregue a Ulfilas ao invés de Kael, e pede ajuda para investigar o templo de Cyric. Kael conta ao restante do grupo o que foi descoberto com o interrogatório de Huathon e sua conversa com Naxus. Aconselhado por Reznor, Bale decide não envolver o mercenário com a investigação, por enquanto.
O grupo vai até o templo de Cyric e o encontra abandonado, da mesma forma que o paladino havia visto. Porém, ao investigar uma das portas, um forte cheiro de cadáveres pode ser sentido: no subsolo, onde efetivamente funcionava o templo, haviam vários corpos de seguidores de Cyric. Observando os corpos, Irtak chega à conclusão que eles foram mortos alguns dias atrás e haviam sido retalhados por alguma criatura.
Na sala seguinte, ao se aproximar do altar de Cyric, o grupo encontra Earnin, o sumo-sacerdote, pendurado com o abdome aberto e suas entranhas pendendo de seu corpo. Na parede, o grupo reconhece o símbolo de ???, Deus das gosmas. Solomon detecta a presença de magia e a percebe na sala à frente, mas é interrompido pela súbita abertura das portas laterais, de onde surgem aberrações com tentáculos capazes de conjurar magia, que atacam o grupo. Durante a batalha, lobos infernais surgem continuamente das portas laterais, onde são encontrados gosmas invocadoras de criaturas. Após derrotarem todos os monstros, o grupo investiga a sala seguinte, onde encontram um altar de sacrifício, com uma mulher presa a ele. Irtak e Draax buscam por pistas na sala, e encontram apenas alguns livros. Kael solta a mulher do altar e a leva para fora, mas, ao sair, se depara com os punhos flamejantes entrando no templo. Reznor, procurado na cidade, retira seu disfarce na frente dos aventureiros e se retira. O grupo explica o ocorrido aos guardas.

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Capítulo Primeiro
Primeiro Encontro

Heróis: Kael, Irtak, Dra’ax, Bale e Solomon.

Os heróis são contratados por Gavaror para averiguar uma das catacumbas da cidade, por que Oneah foi cumprir com suas tarefas fúnebres havia dois dias e ainda não havia voltado. Auxiliados por Adrianne e

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