Aventuras nos Reinos Esquecidos

Resumo - Sessão 5

Presentes: Draax, Irtak, Kael, Reznor, Solomon

Kael aceita a proposta de Bale apenas com uma condição: que ele possa fazer o que quiser com o estranho. Bale concorda com estes termos, assim como os demais sem nenhuma outra condição. O paladino de Kelemvor retorna ao templo com Justiça, a espada, enquanto o grupo se dirige para o templo de Selûne para se recuperarem dos ferimentos.
Os quatro se dirigem até o templo de Selûne e notam que estão chamando atenção dos citadinos e da milicia da cidade. Feridos e com manchas de sangue pelo corpo e armadura, sendo este sangue seu ou não, eles percebem que terão problemas pelo caminho até o templo.
Sem muita demora, os punhos flamejantes abordam o grupo. A movimentação da guarda da cidade demonstra o receio a lidar com o grupo e os cerca de forma defensiva, com armas em guarda. É contado em parte aos guardas o acontecido no templo de Kelemvor. Desconfiado, o sargento decide escolta-los até o templo de Selûne enquanto outros dois guardas vão averiguar a veracidade do conto.
Reznor, o coruja, vigilante de Baldur’s Gate, têm ouvido estranhas notícias sobre um meio-dragão que teria chegado na cidade e sobre alguns problemas que teriam acontecido no templo de Kelemvor e decide investigar os fatos. Ao saber de uma estranha movimentação de guardas próximo ao templo de Selûne com o meio-dragão envolvido, o vigilante decide ir até lá para vigiar o grupo.
Ulfilas, um bárbaro, chega a Baldur’s Gate pelo portão principal. Como de costume, os guardas cobram uma taxa para permitir seu ingresso na cidade, já cheia de refugiados. Sem estar habituado a carregar dinheiro, o bárbaro tenta, sem sucesso, negociar com o guarda até que Lavi, a halfling, se oferece para pagar por sua entrada se ele puder a ajudar. O grande bárbaro aceita e a halfling o leva para encontrar Draax, pois logo ela precisaria de dois guarda-costas.
Diferente do templo de Kelemvor, que lembraria uma cripta qualquer, o templo de Selûne é grande, com torres altas e abertas para o luar e bastante ornamentado. No templo, o grupo é atendido pela sacerdotisa Amanda, que já os aguardava. Ela os conduz até uma sala no terceiro andar, a qual havia sido previamente preparada para eles. Lá, eles descansam, se curam e se lavam.
Portyr entra na sala com um homem a sua sombra, ambos muito bem vestidos e desarmados. Os guardas do senador ficam na sala anterior junto a porta. Portyr inicia a conversa apresentando seu companheiro, o senador Golvor. A seguir, ele os parabeniza pelo sucesso da missãoe os questiona sobre os homens encontrados nas catacumbas. Percebendo que Solomon não deseja contar a verdade ao senador, Irtak mente que o chefe do grupo havia sido capturado. Embora saiba que os custos podem ter sido altos, o senador acredita que o ocorrido pode levar o sumo-sacerdote de Kelemvor a mudar sua posição sobre os equipamentos dos mortos. Kael demonstra sua impaciência com a conversa política. Solomon diz ao senador que precisa de uma conversa a sós com o senador e este confirma. O senador chama seus guardas, que distribuem a recompensa entre os três mercenários, agradece a atenção do grupo e se retira juntamente com Golvor.
A sacerdotisa de Sêlune, Amanda, volta a sala visivelmente perturbada com a presença política e sua guarda em seu templo. Consternada, ela apenas agradece ao grupo por ajudarem Gavaror e dispõe os serviços do templo caso precisem novamente serem curados. Ele parece ter muito mais a dizer, mas a preocupação com a situação a mantem quieta. Quando Kael deduz e pergunta o motivo de ela não gostar de Portyr, ela comenta que essa é uma conversa para um outro momento. Kael demonstra indiferença e se retira, carregando sua recompensa e a de Draax para o templo de Kelemvor. Solomon segue em direção a carruagem de Portyr ainda parada em frente ao templo, enquanto Draax caminha com Lavi para o centro da cidade, a pedido da halfling. Irtak pede a Amanda se pode ir contemplar as estrelas nas altas torres do templo e orar para sua deusa e ela, com um sorriso, diz que sim.
A carruagem de Portyr estava na porta do templo aguardando Solomon. Este entra e se junta ao senador. Portyr mais uma vez parabeniza o feiticeiro pelo seu desempenho, embora não tenha conseguido a espada que ele havia pedido, o desfecho da situação foi favorável ao senador. Por isso, ele vai cumprir com o acordo e restaurar a joalheria da família. O senador ainda conta ao feiticeiro que Doreng já ficou sabendo do ocorrido e dos planos de Gavaror e como herdeiro dos anões enterrados nas catacumbas, exige o que é seu por direito, os artefatos de sua família. O senador dá a entender que Gavaror vai querer usa-los e não devolve-los. E que nesta discussão ele pode acabar ficando com a espada do rei Minos. Logo chegam ao seu destino e Portyr deixa Solomon.
Contemplando as estrelas, Irtak ouve um sutil passo atrás de si. Ao se virar, vê um homem com o rosto pintado e coberto, que se apresenta como “o coruja”. O homem pergunta a Irtak sobre o ocorrido nas catacumbas e o envolvimento do senador Portyr no caso. O vigilante alerta o druida que Portyr deseja a espada, Justiça. O coruja também fala sobre o colar de Lavi, que teria sido roubado pela famosa “Nove Dedos”, e que Draax estaria se envolvendo com pessoas perigosas. Irtak também fica sabendo, através do vigilante, que estão acontecendo seqüestros e assassinatos estranhos na cidade. Após a conversa, Reznor se dirige até o templo de Kelemvor e Irtak, percebendo a direção que este foi, vai até lá também.
Kael chega ao templo de Kelemvor e pede alojamentos para a noite. O sacerdote que o atende também fala que os prisioneiros, o mago de Cyric e a bárbara, estariam nas masmorras, tendo sido questionados por Lasga. O alojamento do templo se localiza na parte de fora, atravessando o cemitério. Atrás de uma lápide, Reznor observa Kael sem ser visto. O lâmina maldita deixa suas coisas nos alojamentos e se dirige novamente ao templo, pensando em interrogar os prisioneiros. No caminho, Irtak o encontra e pergunta por Draax, pois ele estaria em perigo. Ambos sabiam que ele havia saído com Lavi, mas nenhum sabia onde ele estava. Irtak vê o coruja e entrega sua posição a Kael. Os três conversam, e Reznor decide ajudá-los a encontrar Draax, já que isto se mostraria uma oportunidade de saber mais sobre Nove Dedos. O vigilante se dirige até a cidade tentar encontrar o meio-dragão, enquanto Kael e Irtak esperariam informações no templo de Kelemvor.
Solomon visita Taryel e conta sobre a reforma da joalheria. O feiticeiro revela que ainda deseja investigar a morte de sua esposa, mesmo tanto tempo depois de não haverem mais pistas, pois tudo o que estaria acontecendo na cidade poderia ter alguma ligação com o ocorrido. Taryel o aconselha a largar o ressentimento e seguir a vida em frente, mas Solomon não se deixa dissuadir, e se dirige até o templo de Kelemvor.
No centro da cidade, Lavi é avisada de um encontro fora da cidade com Keene “Nove Dedos”, onde elas poderiam negociar o colar. Draax e Ulfilas percebem que aquilo pode ser perigoso, mas a lábia da halfling e a magia do colar fazem com que eles a sigam.
Longe dali, Reznor fica sabendo que fora da cidade é o local onde Keene poderia armar uma emboscada para reaver o colar. Não haveria tempo suficiente para avisar Irtak e Kael, então o vigilante corre para fora da cidade, no local onde aconteceria o encontro de Lavi.
Kael e Irtak vão até as masmorras e encontram Lasga. O clérigo diz que já interrogou os prisioneiros, mas entrega a chave a Kael, sem se importar com o que o lâmina maldita pretenderia. Kael faz as perguntas ao mago de Cyric, chamado Huathon, enquanto quebra sua perna. Irtak não se sente confortável com a tortura, mas assiste para verificar se o mago não esconde informações. Eles descobrem que o homem encapuzado é chamado de Estranho, que ele estaria controlando a mente do anão que fugiu com ele das catacumbas. A bárbara, Saziadta, o outro anão, Eberk e o homem, Naxus, seriam apenas mercenários que não sabiam dos planos. Huathon acreditava que o plano era destruir as catacumbas de Kelemvor e revela que os mercenários também possuíam ordens de não roubar os itens dos mortos. Por fim, Kael ouve que uma das passagens escavadas nas catacumbas levava ao cais da cidade e que Naxus poderia ser encontrado em uma taverna no centro da cidade.
Solomon chega ao templo de Kelemvor e encontra Irtak e Kael. O lâmina maldita decide ir atrás de Naxus para obter mais informações. O druida e o feiticeiro o seguem. Chegando à taverna, Kael se dirige diretamente a Naxus, gerando um clima de tensão. Naxus finge não lembrar de Kael para provocá-lo e o lâmina maldita resolve quebrar a perna de sua cadeira para intimida-lo. Em um movimento rápido, Naxus saca suas armas e desfere quatro golpes em Kael, o deixando debilitado. O mercenário então revela que apenas havia sido pago para entrar nas catacumbas e que não sabia o que o Estranho queria lá. Kael oferece a Naxus para trabalhar com eles, em troca de alguns equipamentos das catacumbas. O mercenário diz que o acordo poderia ser feito.
Draax, Ulfilas e Lavi andam até o ponto de encontro. O meio-dragão e o bárbaro ficam atentos, temendo um ataque a qualquer momento, mas a halfling parece confiar em Keene. Perto do local combinado, os três ouvem latidos e barulhos nos matagais próximos. Ao se virar para observar melhor, Draax é atingido no ombro por uma grande flecha desferida por Darfel, o caçador de dragões. Ao longe eles vêem três mastins das sobras, correndo em sua direção. Lavi se esconde, enquanto Draax e Ulfilas se preparam para lutar.

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Artur_Richter

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