Aventuras nos Reinos Esquecidos

Resumo - Sessão 4

Presentes: Bale, Draax, Irtak, Kael

Draax caminha lentamente pela escuridão. Seus olhos lentamente se acostumam à maneira diferente de enxergar as coisas, baseadas em seu calor. Sua linhagem dracônica o permite ver na escuridão e, por isso, ele foi escolhido para averiguar a passagem escavada na catacumba sem chamar a atenção. O meio-dragão reconhece manchas de sangue no chão escavado e não encontra obstáculos pelo caminho além de um degrau com menos de 3 metros de altura. Porém, ao chegar em uma bifurcação, ele avista uma figura humanóide que começa a se aproximar lentamente. Draax tenta se comunicar, mas como não há resposta, ele resolve voltar e avisar o resto do grupo.
Enquanto isso, Irtak percebe que as criaturas, chamadas rastejantes carniceiros, que eles acabaram de derrotar não seriam efetivas contra os mortos-vivos cujos corpos estavam na mesma sala. Ao examinar os corpos, o druida percebe que foram ferimentos de armas que os destruíram. Ele, então, tenta sentir magia na área e percebe que as proteções mágicas na parede do túnel haviam sido desfeitas. Quando Irtak divide a informação com o grupo, Oneah revela que os mortos-vivos não estavam lá quando ele entrou na catacumba, mas os altares que profanavam a área estavam postos e foi feita uma emboscada para ele. O clérigo Lasga havia feito a ronda anterior há algumas semanas, sem encontrar nada anormal. A grande quantidade de mortos-vivos encontrada sugeririam que apenas um servo de Cyric não poderia ter feito todo o trabalho sozinho em tão pouco tempo.
Draax retorna e pede ajuda para verificar o túnel. Os clérigos de Kelemvor permanecem na sala descansando enquanto Bale, Kael, Draax e Irtak descem o túnel, desta vez com luz. Ao chegar à bifurcação, eles avistam um cubo gelatinoso com o cadáver de um anão em seu centro. Bale e Draax tentam atacar a criatura com suas armas cortantes, mas estas não geram efeito na criatura. Kael consegue feri-la com seu mangual, mas o choque com a criatura danifica a arma. O grupo decide recuar para preservar seu equipamento e explorar o resto das catacumbas antes de voltar aos túneis.
Verificando a próxima sala, o grupo se depara com mais corpos de mortos-vivos, derrotados por construtos, armaduras anãs animadas, que aparentemente protegiam o local. Oneah desconhecia as proteções daquela sala, mas os construtos se mostram indiferentes à presença deles. Ao fundo da sala, mais um altar é avistado e Bale se dirige para destruí-lo. Kael teme que os construtos os ataquem ao tentar cruzar a sala, mas isto não acontece. No caminho, Irtak percebe uma parede diferenciada, que poderia indicar a presença de uma porta secreta. Oneah também desconhecia a porta, mas recomenda que ela permaneça fechada. Chegando ao altar, Bale percebe que o símbolo inscrito não é de Cyric como o primeiro, mas de Beshaba, deus do azar. Destruindo o altar, o grupo segue em direção à capela de Kelemvor nas catacumbas.
Ao entrar na grande câmara antes da capela, todos vêem um pequeno exército de mortos-vivos, mas o que mais chama a atenção são os inimigos vivos na câmara. Protegendo a porta da capela, há uma mulher com várias cicatrizes e olhar sedento de sangue portando uma alabarda e um anão armadurado de olhar centrado, portando um martelo. Em um mesanino superior ao fundo da câmara, ficam a postos um homem com robes e um grande símbolo de Cyric com dois entumbadores a seu lado, um homem encapuzado, um mercenário portando uma espada e uma adaga, e outro anão que aparenta ser um guerreiro formidável.
Bale e Irtak notam que o guerreiro anão parece estar sendo controlado por magia e o homem com símbolo de Cyric parece estar com medo. Bale tenta intimidá-lo, mas isto faz com que a batalha comece. O grande grupo de mortos vivos se aproxima para atacar o grupo, mas Oneah utiliza a vela mágica para destruir grande parte deles. Adrianne consegue usar os poderes de Kelemvor para destruir mais alguns mortos-vivos menores e Draax corre para destruir os poucos restantes. O mercenário inimigo provoca Kael, e eles entram em um combate particular. Vendo uma abertura, a mulher furiosa investe em Ulisses e com uma força descomunal golpeia o clérigo. Adrianne abandona a batalha para tentar ajudar o companheiro enquanto Irtak, a besta de Malar e Bale contém a bárbara. O homem de robes atiça os entumbadores em Draax e conjura um raio negro que tira as forças do meio-dragão. O homem encapuzado apenas assiste a batalha e se prepara para sair da câmara, levando o anão escravizado. Bale corre para ajudar Draax com os entumbadores enquanto Irtak e sua besta derrubam a mulher sanguinária. Kael desarma seu oponente e, percebendo que o grupo precisa de sua ajuda, deixa ele fugir. O lâmina maldita reconhece o homem encapuzado: o mesmo que o havia paralisado e cegado Liassa na noite anterior. Ao deixar a cãmara, o encapuzado cria uma muralha de pedra separando Adrianne do resto do grupo e ela é seqüestrada. A batalha com os entumbadores e o servo de Cyric se mostra difícil: Kael e Draax caem perante os mortos-vivos mas, quando tudo parecia perdido, Bale consegue derrotar as criaturas e Oneah, o mago. Irtak verifica que Ulisses está morto, mas Kael e Draax apenas desacordados. Ao levantar, Kael pega o servo de Cyric para obter informações dele. Irtak vê que a bárbara ainda resiste aos seus ferimentos mas hesita em curá-la, só o fazendo a pedido de Oneah. Depois de tratar dos feridos, o druida vê o mesmo túmulo que havia visto em seu sonho e, estranhamente, aquele túmulo pareceu nunca ter sido ocupado. Acima do túmulo, há um nome: Ressyl Imastiach.
Entrando na capela, o grupo se depara com o último altar. Este apresenta um símbolo de Cyric, mas Bale e Irtak percebem que o símbolo é feito de maneira errada, propositalmente. Eles chegam à conclusão que o verdadeiro culpado seria servo de outro deus. Após a destruição do último altar, Gavaror, Lasga e outros dois servos de Kelemvor conseguem se encontrar com o grupo. Ao saber da confusão nas catacumbas, Gavaror pede que os mercenários se retirem para que elas possam ser limpas. Kael, Irtak, Draax e Solomon devolvem os objetos encontrados nos mortos e se retiram para o templo de selûne, onde eles poderiam ser curados de seus ferimentos. Irtak aponta ao alto sacerdote que o túmulo que ele procurava estava desocupado. Lasga provoca Bale dizendo que Ulisses não teria morrido se o paladino não o tivesse barrado da missão.
Ao observar os itens que lhe foram devolvidos, Gavaror percebe a espada do rei, chamada justiça, um artefato muito poderoso. O alto sacerdote diz a Bale que eles teriam que utilizar todos os recursos disponíveis para encontrar os profanadores das catacumbas e pede a Bale que mantenha contato com os mercenários e ofereça alguns itens de recompensa se eles ajudarem em missões futuras.
A caminho do templo de selûne, Irtak resolve pedir ajuda a Draax e Kael em sua missão pessoal, mas é interrompido por Bale, que leva a proposta de Gavaror ao grupo.

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marcelocamarcelo

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